segunda-feira, 25 de julho de 2011

Reproferty implanta novo exame: Teste de fragmentação do DNA espermático


Um novo aliado à Reprodução Assistida, o teste de fragmentação do DNA espermático é uma técnica recente que permite avaliar o nível de fragmentação do DNA dos espermatozoides. Recentes estudos confirmam que espermatozoides morfologicamente normais e móveis podem apresentar fragmentação em seu DNA. O alto índice de fragmentação na amostra está associado às falhas de implantação, ocasionando abortos e o insucesso da gestação. As causas para a fragmentação do DNA espermático pode ser resultado de vários fatores, como o cigarro, uso de drogas, dieta, poluição, febres, varicocele e idade avançada. O tratamento pode ser feito com as vitaminas C e E, que atuam como agentes antioxidantes. Os pacientes também podem ser submetidos à biopsia testicular, onde os espermatozoides encontram-se com baixo nível ou ausência de fragmentação.


A – espermatozoides bons, intactos
B – espermatozoides com DNA fragmentado

Para maiores informaçãoes, consulte-nos.
Equipe Reproferty

sexta-feira, 22 de julho de 2011

OMS estima que cerca de 4 milhões de pessoas são infectadas pela hepatite C por ano

Brasília - A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que de 3 milhões a 4 milhões de pessoas são infectadas pela hepatite C a cada ano em todo o mundo e que de 130 milhões a 170 milhões desenvolvem a forma crônica, e correm risco de ter cirrose ou câncer de fígado. Segundo a organização, mais de 350 mil morrem em decorrência da hepatite C todos os anos.

De acordo com a OMS, a doença está espalhada em todo o planeta. O Egito, Paquistão e a China são as nações com a mais alta incidência da hepatite C. Nesses países, a transmissão ocorre principalmente pelo uso de seringas e equipamentos contaminados com o vírus da doença.


A hepatite C é transmitida pelo contato com o sangue de uma pessoa contaminada por meio de transfusão de sangue, de mãe para filho durante a gravidez e compartilhamento de seringas ou objetos que furam ou cortantes, como alicates de unha e aparelhos usados em cirurgias, tatuagens, piercing e acupuntura. A transmissão pode ocorrer pela relação sexual sem camisinha, mas é uma forma mais rara de infecção, segundo a OMS.


A organização estima que 80% das pessoas não apresentam sintomas. Por ser uma doença silenciosa, a recomendação é consultar um médico com frequência. Quando os sintomas aparecem, os mais comuns são cansaço, tontura, enjoo, vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.


Não existe vacina contra a hepatite C. O tratamento é a base de antivirais, como o interferon. No entanto, segundo a OMS, o acesso ao medicamento não é universal e muitas pessoas abandonam a terapia.

A partir do dia 18/07 , entram em vigor novas diretrizes para o tratamento da doença no Brasil, entre elas, a que permite ao paciente prolongar o tratamento, por até 72 semanas, na rede pública sem precisar do aval de uma comissão médica.


Fonte:
Adaptado de Uol
Carolina Pimentel

Da Agência Brasil

Hematospermia: doença atinge adultos jovens e idosos

Adaptado do texto de Dr. Manoel Antonio Guimarães

A hematospermia é definida como a presença de sangue no líquido seminal ou esperma. Pode atingir de adultos jovens até homens idosos. É caracterizada por hipertensão arterial, traumas, infecções ou inflamações das vesículas seminais ou da próstata e tumores pélvicos, que causam o sangramento no esperma.

Os sintomas típicos são: esperma avermelhado ou de amarronzado, dores e desconfortos. Na maioria das vezes, a cura da hematospermia é espontânea, entretanto quando isso não acontece o médico avaliará qual a melhor forma de tratamento. 
O uso de inibidores da enzima  5-alfa-redutase pode ser considerado pelo médico.

O sangramento pode estar ligado a problemas mais sérios, como lesões benignas, cistos e principalmente os tumores maligno. Para maior es informações, consulte o urologista.

Fonte: Uol

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Palestra sobre Reprodução Humana - Dr. Fernando Macedo - 28/07/2011 ás 19hrs

Não perca a oportunidade de acompanhar uma paletra "Gratuíta" do Dr Fernando Macedo, próximo dia 28/07 ás 19:00hrs inscrições pelo telefone: 12 39415199 ou pelo email: inscricao@reproferty.com.br, basta fornececer nome, telefone e email, não perca tempo! você que ainda não participou venha e tire todas as suas dúvidas em relação a reprodução humana.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Curiosidade: Falta de higiene bucal pode afetar fertilidade, diz estudo Saúde bucal precária é tão prejudicial quanto a obesidade

Um estudo da Austrália sugere que problemas de saúde bucal podem afetar a fertilidade feminina. A pesquisa da Universidade do Oeste da Austrália sugere que uma higiene bucal precária é tão ruim para a fertilidade de uma mulher quanto a obesidade, fazendo com que elas demorem em média dois meses a mais para engravidar.
Os cientistas apresentaram a pesquisa em uma conferência sobre fertilidade na Suécia. Segundo os pesquisadores, mulheres com gengivas doentes precisaram de sete meses para conceber, comparados com o prazo considerado normal, de cinco meses.
De acordo com os pesquisadores, a causa pode estar ligada à doença periodontal, caracterizada por inflamação na gengiva. Se esta não for tratada, poderá desencadear uma série de reações capaz de prejudicar o funcionamento normal do corpo.
A doença periodontal já foi ligada à doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e aborto, além de baixa qualidade do esperma em homens.
"Até agora não existiam estudos publicados que investigavam se a doença nas gengivas pode afetar as chances de uma mulher conceber, então este é o primeiro relatório que sugere que a doença na gengiva pode ser um dos vários fatores que podem ser modificados para mulher melhorar as chances de uma gravidez", afirmou Roger Hart, professor líder da pesquisa.
Inflamação 

O estudo da Universidade do Oeste da Austrália contou com a participação de mais de 3,5 mil mulheres. 
Aquelas com problemas de gengiva apresentaram níveis elevados de marcadores para inflamação no sangue. De acordo com o líder da pesquisa, Roger Hart, mulheres que estão tentando ter um filho agora precisam passar antes no dentista além de parar de fumar, beber, manter um peso saudável e tomar suplementos de ácido fólico."É bom senso aconselhar a mulher a ter certeza de que está saudável se ela quer tentar ter um filho", disse o especialista em fertilidade britânico Allan Pacey
Fonte: Site IG





segunda-feira, 18 de julho de 2011

Novos conceitos em infertilidade masculina

Por Julio Abramczyk

Há pouco mais de vinte anos, ausência de filhos em um casal era quase sempre relacionada a problemas na mulher, com as consequentes e desagradáveis repercussões familiares para ela.

Atualmente, sabe-se que a infertilidade masculina, segundo dados recentes, contribui direta ou indiretamente para entre 40% e 60% dos casos de esterilidade.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a infertilidade está presente em até 15% dos casais em todos os países do mundo. Em trabalhos de revisão publicados nas revistas "Clinics", do Hospital das Clínicas/FMUSP, e "International Brazilian Journal of Urology", da Sociedade Brasileira de Urologia, os médicos Sandro Esteves, Ricardo Miyaoka e Ashok Agarwal abordam os significativos avanços no diagnóstico e tratamento da infertilidade masculina.


Há novos conceitos na fisiologia do sêmen, o líquido fecundante com espermatozoides produzido pelos testículos. Igualmente, os autores relatam os novos exames que empregam biologia molecular e os testes de danos do DNA do paciente, que levam ao diagnóstico correto da causa da infertilidade, anteriormente classificada como idiopática, isto é, de causa desconhecida. E, com um melhor diagnóstico, pode-se realizar a microcirurgia, quando indicada, ou a colheita de espermatozoides destinados para a concepção assistida.


As principais causas da infertilidade ou subinfertilidade, segundo os autores, incluem varicocele (dilatação das veias do testículo), criptorquidia (o testículo, ao permanecer no abdome e não descer para a bolsa escrotal após o nascimento, não produz espermatozoides), radiação ou quimioterapia e condições genéticas ou imunológicas, entre outras.

O câncer do testículo é 50 vezes mais comum em homens inférteis, assim como as anormalidades cromossômicas, que podem se apresentar em aproximadamente 6% desses pacientes. A ausência de espermatozoides no sêmen (azoospermia) está presente em 16% dos casos e pode estar relacionada a problemas de obstrução dos condutos, falhas genéticas ou espermatogênese (formação dos espermatozoides) disfuncional.

Finalmente, está estabelecido que podem surgir alterações cromossômicas nos espermatozoides de homens que já passaram dos 40 anos. Assim, pode nascer uma criança com síndrome de Down tanto por um pai de idade avançada quanto por uma mãe que tenha entre 35 e 40 anos de idade.


Fonte: Folha de S.Paulo