Saber se terá menino ou menina é um dos desejos mais comuns das grávidas. Além disso, há doenças genéticas familiares ligadas ao sexo, como a hemofilia, que podem ser consideradas indicações médicas para a descoberta logo no início da gravidez. Graças aos avanços científicos, nunca foi tão fácil descobrir o sexo do feto. A evolução da ultra-sonografia já permite identificar os precursores do pênis ou do clitóris nos primeiros três meses de gravidez, embora possa haver até 25% de erro antes da 14ª semana de gestação.
Recentemente, tornou-se possível identificar quantidades significativas de DNA fetal no sangue da mãe por meio da biologia molecular. Como ainda não é possível separar o DNA fetal do materno, só podemos analisar aspectos nos quais feto e mãe são geneticamente diferentes. O mais evidente é a presença do cromossomo Y nos fetos masculinos e a ausência do mesmo nas mães, pois mulheres têm dois cromossomos X e homens, um X e um Y. Assim, a detecção do cromossomo Y no sangue da grávida indica que o feto é masculino e a ausência do mesmo, que é feminino.
A técnica, chamada sexagem fetal, permite conhecer o sexo a partir da oitava semana. Pesquisas com centenas de grávidas revelaram acerto de 100% a partir da 13ª semana. O futuro dessas técnicas, que substituem exames invasivos, é promissor e ajudará a determinar diagnósticos de outras doenças genéticas, como a Síndrome de Down.
OBS: Esse exame não é coberto por nenhum plano de saúde. O exame não necessita de jejum, o resultado sai em 10 dias.
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